Ainda faltam 90 minutos!


Fluminense perde para o Vasco no jogo de ida da semifinal, mas mantém viva a esperança da classificação

Foto – Everaldo (Marcelo Gonçalves/ Fluminense F.C)

Em um clássico quente e cheio de reviravoltas, o Fluminense foi derrotado por 2 a 1 pelo Vasco, nesta quinta-feira (11), no Maracanã, pelo jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil. Kevin Serna marcou para o Tricolor, enquanto Rayan e Pablo Vegetti garantiram a virada vascaína nos acréscimos.

No primeiro tempo, o Clube das Laranjeiras mostrou um futebol mais consistente. Logo aos 6 minutos, Lucho Acosta tabelou com Serna, que finalizou para boa defesa de Léo Jardim. Aos 21’, em cobrança de falta precisa, Kevin Serna colocou no cantinho e abriu o placar para o Flu.

Com a desvantagem, o Vasco passou a se lançar mais ao ataque. Aos 31 minutos, Cauan Barros finalizou dentro da área, mas mandou para fora. No final da primeira etapa, um erro de saída de bola envolvendo Thiago Silva resultou em sobra para Andrés, que acabou desperdiçando.

Na volta do intervalo, o Time da Colina empatou logo aos 4 minutos, com gol de Rayan. A partir daí, o jogo ficou mais aberto, enquanto o Fluminense perdeu parte da efetividade que havia mostrado na etapa inicial. Mas, no apagar das luzes, o time comandado por Luis Zubeldía viu o Vasco virar com gol de Vegetti. Um descuido, daqueles que não poderiam acontecer, ainda mais tão perto do fim. Era um empate administrável, que escapou por detalhes.

Sobre atuações, vale destacar que a insistência em Everaldo como titular não vem trazendo o retorno esperado. Um camisa 9 precisa ser mais agressivo, finalizar, decidir,  e isso não vem acontecendo. De forma necessária, o técnico precisa olhar para outras opções, principalmente repensar esse setor para o jogo de volta.

Próximo jogo

Agora, é virar a chave. Domingo, dia 14, às 20h30, novamente no Maracanã, desta vez com mando tricolor,  o Fluminense terá mais 90 minutos para buscar a vaga na grande final. Vamos juntos. Por nossa torcida, pela tradição tricolor, pela camisa que carrega tantas histórias. A luta continua e ainda tem muita história para ser escrita. 

Por Maria Eduarda Alcântara 

*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo


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