O mundo da bola é tão rápido, que respostas chegam a galope. Há poucos dias, uma ala da torcida pedia “deixa o Sylvinho trabalhar”, enquanto que a colunista que vos fala, pontuava as limitações do pseudo-treinador, o qual prefiro tratar como um estagiário. A empolgação do torcedor veio dos resultados em casa, na bacia das almas, diante da Chapecoense e do Fortaleza. Mas, assim como pontuei, chegaria um momento em que Sylvinho não conseguiria consertar a cagada na escalação no intervalo, e assim aconteceu diante do Atlético-MG, nesta quarta-feira (10).
Novamente Sylvinho assassinou o meio ofensivo do time, com a burrice, sim senhores, A BURRICE, de insistir em escalar um meia como falso 9. Depois de seguidos jogos arrebentando Roger Guedes, agora é Renato Augusto que carrega esta cruz. Pergunto a vocês, do que está servindo essa “Pardalzada”?
Renato foi caçado, apanhou e não conseguiu fazer o que sabe. Gustavo Mosquito ganhou a vaga de Gabriel Pereira, que tanto patinou nos últimos jogos, mas pouco produziu, uma vez que estava preso a defesa. Gabriel foi mantido no meio campo em virtude da suspensão de Cantillo, e deixou clara sua limitação. Com escolhas ruins, mais assistimos o Galo do que qualquer outra coisa, afinal, quando chegamos, faltou, e muito, qualidade no arremate final.

O primeiro gol evidenciou a desorganização do time. Ninguém, absolutamente ninguém, fechou, permitindo que Diego Costa chutasse. Cássio escorregou, e quando foi buscar, foi tirar do fundo das redes.
Sylvinho tentou mexer no intervalo, e o que fez? Insistiu no falso 9, desta vez com Roger Guedes. Pior que dar murro em ponta de faca. Mentira, teve coisa pior: Giuliano voltando para o segundo tempo com o uniforme errado. E claro, ainda levamos mais dois gols, aliás golaços para fechar com crueldade.
Pontuo também duas bizarrices. A primeira é a hipocrisia atleticana, haja visto que há poucos dias estavam chorando pela não comercialização de ingressos para um confronto fora de casa, e na primeira oportunidade, com ajuda do nada atleticano Kalil, vetam a ida dos Corinthianos para BH. A segunda é o juizão nada caseiro, que assistiu os corinthianos apanharem e guardou o cartão amarelo para nunca ser usado.
A derrota poderia ter custado caro, mas por sorte, nossos adversários diretos pela libertadores também patinaram. Agora teremos o Cuiaba pela frente, na Neo Química Arena com apenas uma opção: vencer!
Por Mariana Alves
Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo.
Um comentário sobre “COM TÉCNICO LIMITADO, NÃO VAMOS A LUGAR NENHUM”
Só achei maldade com o estagiário a comparação, mas de resto concordo 100%