NÃO TEVE FESTA NA BAIXADA


Athletico e Bahia se enfrentaram pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro neste sábado (09), às 19h, na Arena da Baixada. A partida terminou com a derrota de 2 a 0 para o Athletico.

Para a partida tivemos o desfalque do Abner, que sentiu dor na virilha no último jogo, contra o Dragão. Assim, o Athletico foi a campo com:Santos; Pedro Henrique, Thiago Heleno e Zé Ivaldo; Marcinho; Richard; Erick e Nicolas; Nikão, Terans e Bissoli.

Quem esteve na beira de campo foi o recém contratado Alberto Valentim junto com a nossa equipe técnica integrada, que conta com Bruno Lazaroni e Paulo Autuori.

Foto: Robson Mafra

Primeiro tempo

Nos primeiros 15 minutos, o Athletico não conseguiu NENHUM ataque, já o Bahia teve três chances de perigo, mas felizmente não levou a gol. Um dos principais motivos foi a distância que os jogadores do meio estavam daqueles do ataque, fazendo com que a bola fosse por muitas vezes chutada para a frente, sem passar pela intermediária do campo. Outro fator que pesou nesse início foi a marcação alta do time baiano. 

Somente aos 24’, o Athletico teve o primeiro lance de perigo. Erick disparou pela direita e tocou para o Bissoli que chutou forte rasteiro, mas a bola saiu raspando a trave. 

O próximo lance importante foi aos 40’, quando Nikão sofreu uma falta e Terans fez uma bela cobrança, mas no rebote do goleiro,  Zé Ivaldo não conseguiu finalizar bem. 

Já nos últimos momentos do primeiro tempo, o Bahia, em uma falha de posicionamento da defesa, conseguiu abrir o placar com o Raí. 0x1. 

Segundo tempo

O Furacão voltou para o segundo tempo sem mudanças. Aos 5’, Bahia cobrou uma falta pela direita, a bola sobrou para Gilberto, que estava sozinho nas costas do Marcinho, que cabeceou marcando o segundo gol baiano.

Com o revés,  Valentim fez duas mudanças: Pedrinho no lugar de Zé Ivaldo e Pedro Rocha na vaga de Terans. Tirou o melhor jogador do time, e principalmente da partida,  no momento que mais precisávamos dele. A torcida fez certo ao gritar “burro” no estádio! Logo em seguida Kayser e Christian entraram no lugar de Bissoli e Richard.  

Somente aos 24’ houve outro lance de emoção: Nikão virou a bola para Pedrinho, que por pouco não fez o seu primeiro gol pelo athletico e ainda na sua estreia. 

Kayser teve um bom chute a gol, mas ficou no goleiro. 

Faltando dez minutos, Alberto colocou Khelven no Marcinho, o time finalmente teve alguém decente na lateral direita, mas já era tarde demais. Já nos acréscimos, Nikão chutou uma bola no travessão, seria a coroação aos 300 jogos que ele completa hoje, pena que não entrou.

Os minutos finais foram de administração do Tricolor de Aço e desespero do Furacão.  

O time entrou em campo afobado e saiu desesperado. Péssima partida do time rubro-negro. 

Podem colocar essa PÉSSIMA partida na HORRÍVEL atuação de Pedro Henrique; Marcinho; Richard e Alberto Valentim. Na verdade, foram poucos aqueles que hoje jogaram algo minimamente parecido com futebol.

Na volta da torcida ao estádio, o time nos fez sentir VERGONHA. Meu pesar aos 3.340 torcedores que tiveram que acompanhar esse desastre do estádio. 

Por Mariah Vieira 

*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não representam, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo.


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