Galo visita o Ceará pelo jogo de volta da Copa do Brasil
Frustrações de lado, chave virada e agora o foco é na Copa do Brasil. Nesta quarta-feira (13), o elenco atleticano visita o Ceará, às 21h30, para o jogo de volta no Castelão. Por ter vencido na Arena por 2×1, temos a vantagem de jogar pelo empate ou pelo triunfo por qualquer placar. Uma derrota por um gol de diferença leva a partida para as penalidades.

Em um ano instável e sendo um horror fora de casa, o Galo entra em campo sob forte desconfiança da torcida, que não sabe o que esperar deste duelo. Principalmente porque esse time não sabe jogar com vantagens, e as duas últimas partidas são a prova disso: saímos à frente no marcador e o elenco “abriu as pernas”, levando o empate nos últimos minutos de bola rolando.
Ainda com a triste ausência de Victor Hugo e do zagueiro Ruan, o comandante alvinegro não terá grandes desfalques para esse duelo, e as orações e súplicas são para que tenhamos mudanças significativas nesse time. O empate na última rodada teve grande culpa do Barba, que preferiu colocar o péssimo Vitor Hugo em campo para compor a zaga com o horrível Alonso.
Não sei quantas vezes a torcida já implorou por mudanças, e esperamos que os ventos levem a base da escalação ideal aos ouvidos do treinador. Estamos cansados da mesma incompetência de sempre e, se for para sofrer, que seja ao menos com outros jogadores, e não pelos mesmos. Os onze iniciais ainda são uma incógnita, mas não devem fugir de: Everson; Natanael, Lyanco, Ivan Roman (Vitor Hugo) e Renan Lodi; Maycon, Alan Franco e Alan Minda; Bernard, Cassierra e Cuello.
Com um retrospecto ruim longe das terras mineiras, o ponto de esperança desse time é a boa fase do “Galalau” Cassierra, que vem tomando gosto em balançar as redes. Ele foi decisivo no primeiro duelo e esperamos que assim seja na noite desta quarta-feira (13).
A torcida espera aquela mesma vontade que foi vista no clássico: a intensidade do início ao fim, aproveitando todas as chances criadas e com o sistema defensivo quase nem trabalhando. Aquela vontade de vencer precisa ser repetida, e os erros individuais que acabam ocasionando gols dos adversários precisam ser corrigidos.
O fato de o adversário estar em desvantagem e precisar propor o jogo abre espaços para o Galo aproveitar o contra-ataque e liquidar a partida o mais rápido possível. Tem que aproveitar todas as chances para sair de campo com a classificação e, se possível, no tempo normal; os últimos retrospectos em pênaltis decisivos não são muito favoráveis.
Se o Domínguez não inventar, temos time e bola para ganhar sem grandes sustos; o elenco só precisa fazer aquilo que sabe, e a defesa deixar de ser uma “mãe”.
Sentimento, amor sincero ao alvinegro!
Por: Thais Santos
Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo.