Se o objetivo era passar vergonha, eles conseguiram


Cruzmaltino é goleado

Saudações, torcida vascaína!

Humilhação, vergonha, vexame e outras palavras impublicáveis: esse foi o resumo do Cruzmaltino em campo contra o time gaúcho. Não dá para dizer que é um dia para se esquecer, pois precisa martelar na cabeça desses jogadores que entraram em campo 24 horas, incluindo o treinador, que resolveu cagar em todas ações que teve hoje.

O Vasco enfrentou o Internacional na noite deste sábado (16), pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro, e perdeu pelo placar de 4×1.

Matheus Lima/Vasco

Sobre o jogo  

Não era necessário ter tanta noção de futebol para saber que a escalação escolhida por Renato era um tiro no pé. Dito e feito. Com dois a menos em campo, já que Tchê Tchê e Brenner são a mesma coisa que nada, o Gigante da Colina não precisou de muito tempo para começar as lambanças.

A equipe carioca decidiu que hoje era um belo dia para servir ao adversário sua especialidade, os contra-ataques. Com isso, em um intervalo de três minutos, o Inter conseguiu marcar dois gols, um deles em uma falha bizarra de Léo Jardim.

Diante da tragédia no primeiro tempo, os torcedores imaginavam que Renato teria um choque de realidade no vestiário e voltaria com pelo menos três mudanças na sua equipe. Resultado? O mesmo time que começou a partida.

No início, a equipe carioca até esboçou uma reação, mas bastou um contra-ataque do adversário para se perceber que estava mais perto de sair uma goleada no Beira-Rio do que um gol do Vasco, e assim aconteceu.

Com uma defesa peneira e um ataque inoperante, justamente pelo treinador entender que Brenner é uma excelente opção, o adversário aproveitou para fazer mais dois gols. Já no final, Andrés Gómez marcou o tento de honra.

Considerações finais

Não sei como descrever a vergonha que passamos hoje no Beira-Rio. Não há desculpas ou explicações. A única coisa a fazer é o Renato aprender as lições, assim como o elenco, e usá-las como combustível para os próximos compromissos.

Por Aniele Lacerda

*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo.


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