Já é papo de fechar as portas


Gigante da Colina tropeça mais uma vez e pode entrar no Z4

Saudações, torcida vascaína!

A missão era uma só: conquistar os três pontos. No entanto, o professor Pardal seguiu com suas invenções, mexendo errado e não tinha a mínima possibilidade disso dar certo, infelizmente. A situação está tão crítica, que é difícil acreditar em uma permanência na Série A, o que já seria papo de fechar as portas.

O Vasco enfrentou o Corinthians neste domingo (24), pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro, e sofreu uma derrota pelo placar de 3×2.

Matheus Lima/Vasco

Sobre o jogo

Apesar de mudar a estratégia em relação ao jogo contra o Juventude, Diniz não conseguiu êxito. O Vasco sequer entrou em campo na etapa inicial. Um time apático, sem raça, que parecia atuar bem longe dos seus domínios. Além disso, a lesão de Tchê Tchê tirou qualquer possibilidade de vitória, já que o Pardal resolveu colocar um centroavante na vaga de um volante.

Com uma marcação a distância, não demorou muito para o adversário abrir o placar em São Januário. Sem esboçar reação, o Cruzmaltino foi para o intervalo com a derrota parcial. Já no segundo tempo, o vacilo do Corinthians acendeu uma pequena luz no fim do túnel.

Em lance na área, o zagueiro colocou a mão na bola e depois de um ano, o árbitro decidiu que era pênalti. Vegetti cobrou bem e deixou tudo igual. O gol não foi suficiente para acordar o time, que não demorou muito para sofrer mais um.

Após isso, o time ficou entregue e o adversário fez o que queria até o pardal criar coragem e mexer na equipe. Assim, Andrés Gómez, que entrou muito bem, ainda conseguiu diminuir a vergonha vascaína, ao fazer uma boa jogada para Rayan descontar.

No entanto, as mexidas tardias não conseguiram mudar o cenário de caos. O Vasco segue entregue, com um treinador ignorante, com suas convicções bestas e que não pretende tomar uma atitude para que o time siga na elite para 2026. Agora, outro grande desafio pela frente, clássico na Copa do Brasil. (Oremos!).

Por Aniele Lacerda

*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo.


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