O trauma voltou… e nem esperou


Novo treinador, nova época e o Benfica já encontrou o velho conhecido: o empate

Bom… começou a nova temporada.

Eu queria muito chegar aqui e dizer “QUE ESTREIA, QUE BENFICA, QUE VITÓRIA”… mas aparentemente o Benfica decidiu que seria mais divertido começar a época nos lembrando do nosso maior trauma recente: o empate.

Sim, meus amigos. O trauma voltou. E voltou cedo. Muito cedo.

Foto: divulgação 

Novo treinador, novas ideias, nova temporada, esperança renovada… e no fim aparece aquele resultado que o benfiquista já conhece tão bem. A gente olha para o placar, respira fundo e pensa: “não é possível que começamos isso de novo.”

Mas calma. Pelo menos não perdemos. Vamos valorizar o lado positivo porque depois de tudo que aconteceu na temporada passada, o benfiquista já aprendeu a procurar qualquer migalha de esperança.

Não foi o resultado que queríamos, muito menos a estreia que imaginávamos, mas também não é hora de entrar em pânico. É o primeiro jogo, há um treinador novo, uma equipa a ganhar novas ideias e ainda temos muito campeonato pela frente.

Agora é trabalhar, corrigir os erros e, principalmente, começar a transformar esses empates em vitórias. Porque uma coisa é certa: o torcedor benfiquista não tem estrutura psicológica para desbloquear o trauma dos empates novamente.

A temporada passada já deixou material suficiente para umas cinco sessões de terapia.

Então, Benfica, fica aqui o pedido: no próximo jogo, joguem à Benfica. Criem, marquem, ganhem e, se possível, não nos faça passar os últimos minutos fazendo contas e rezando para o apito final.

Foi só o primeiro jogo. Ainda temos muito campeonato pela frente, muita coisa para acontecer e muita história para escrever. Que o próximo jogo seja bem melhor.

Foto: site oficial do sl benfica

Tem muito pra rolar, como diz um narrador no Brasil: “Enquanto tem bambu, tem flecha”! Que o próximo resultado seja… uma vitória, pelo amor de Deus.

Seguimos.

Por Clara Bordignon

*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo


Deixe um comentário

Veja Também:

Faça o login

Cadastre-se