É chegada a hora do Cruzeiro recuperar sua fama de copeiro
Cruzeiro e Boca Juniors se enfrentam nesta terça (19), às 21h30, pela quinta rodada da fase de grupos da Libertadores, no estádio La Bombonera, com transmissão pelo canal Paramount+.

As equipes estão no Grupo D da Libertadores, considerado por muitos o “grupo da morte”. Atualmente, Cruzeiro e Universidad Católica do Chile lideram com 7 pontos, enquanto o Boca Juniors vem logo atrás com 6. Como esta é a penúltima rodada, uma vitória garante o Cruzeiro no mata-mata da competição.
Apesar de ter sido eliminado recentemente nas oitavas do Campeonato Argentino, o Boca segue sendo um adversário extremamente perigoso quando o assunto é Libertadores. O clube argentino tem um histórico pesado: são 6 títulos em 12 finais disputadas, o que o coloca sempre como um dos times a serem batidos.
O elenco do Boca Juniors conta ainda com nomes importantes, incluindo jogadores que aparecem na pré-lista da seleção argentina para a Copa do Mundo, como Leandro Paredes, Milton Delgado e Lautaro Di Lollo.
Já o Cruzeiro começa a viver um momento mais estável. O técnico Arthur Jorge parece ter conseguido organizar a equipe, e os resultados começam a aparecer. Entre os destaques do time mineiro estão o goleiro Otávio, que foi decisivo contra o Palmeiras no Brasileirão; o zagueiro Jonathan; o meio-campista Gerson, que vem exercendo bem a função de líder da equipe; e o genial Matheus Pereira.
Para o confronto, o Cruzeiro novamente não poderá contar com Cássio e Matheus Henrique, que ainda se recuperam de lesão. Arroyo, suspenso após expulsão na última partida, também está fora. Assim, o provável Cruzeiro para o confronto deverá ser: Otávio; Fagner, Fabrício, Jonathan e Kaiki; Romero, Gerson, Matheus Pereira e Christian; Sinisterra e Kaio Jorge.
A expectativa é de um estádio lotado, com cerca de 50 mil torcedores, incluindo aproximadamente 2 mil cruzeirenses.
Agora é hora de mais uma batalha. Que o Cruzeiro mostre sua força e confirme a classificação. Porque, no fim das contas, somos la bestia negra.
Por Celeste Gonçalves
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