Cruzmaltino busca recuperação
Saudações, torcida vascaína!
A máxima de sempre é: ‘domingo é guerra!’. Todavia, para que isso aconteça, os jogadores precisam entrar em campo com vontade de vencer. Nos últimos confrontos diante do rival vimos uma equipe frouxa, sem reação, sem atitude e tremendo em campo. Então, o mínimo que devem entregar amanhã é coragem e raça.
O Vasco enfrenta o Flamengo neste domingo (3), às 16h, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro.

Preparação
A vitória diante do Olimpia, que garantiu a liderança da chave na Sul-Americana, trouxe um pouco de tranquilidade visando a preparação para o clássico. Todavia, vale destacar que naquele jogo o time não estava com três volantes e nem com jogadores ‘mortos’ em campo.
Com isso, a expectativa é que Renato tenha aprendido a lição de vez, o que duvido muito. Enfim, falando sobre preparação, a boa notícia é que Thiago Mendes está 100%, participou normalmente da última atividade e ficará à disposição para o duelo. Por outro lado, a péssima notícia é que Tchê Tchê também integrará a lista de relacionados (Oremos!).
Já o Cuiabano segue se recuperando de uma lesão muscular e dificilmente enfrentará o rival. Com isso, a tendência é que Lucas Piton continue entre os titulares, INFELIZMENTE. Ainda sobre desfalques, Jair, que voltou a treinar com o grupo, e Mateus Carvalho são os demais nomes entregues ao departamento médico do clube.
Em relação ao XI inicial, Renato deve manter a mesma base das últimas partidas. Na lateral-direita, a disputa segue entre Paulo Henrique e Puma, que vem de uma grande atuação. Enquanto isso, Adson, que brilhou contra o Olimpia, pode garantir sua vaga entre os titulares.
Diante disso, a provável escalação do Vasco para o duelo tem: Léo Jardim; Puma (Paulo Henrique), Saldivia, Robert Renan, Lucas Piton; Cauan Barros, Thiago Mendes, Rojas (Tchê Tchê); Adson (Rojas), Andrés Gómez e David (Spinelli).
Sabemos que não será um jogo fácil e isso está claro para geral. Todavia, passou da hora de criar vergonha na cara e parar de tremer diante do rival. A torcida espera pelo menos coragem e raça. Isso não é um pedido, é obrigação!
Por Aniele Lacerda
*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo.