Já podemos sonhar ou ainda é cedo?


Cruzmaltino vence mais uma 

Saudações, torcida vascaína!

Será que já podemos sonhar? Sei que está cedo, até porque hoje o time não fez um grande jogo. Todavia, o mais importante é ver que os jogadores têm um espírito diferente sob o comando de Renato Gaúcho, o que já é uma pequena luz no fim do túnel.

O Vasco enfrentou o Grêmio, neste domingo (22), pela 8ª rodada do Brasileirão, e venceu pelo placar de 2 x 1.

Matheus Lima/Vasco

Sobre o jogo

Diferente das outras três partidas, desta vez o Vasco não saiu atrás no placar. A equipe carioca entrou bem no jogo, controlando as ações, apesar do esquema com três volantes, e marcou o gol bem cedo, após finalização firme de Cuiabano.

Em campo, o lateral, que é uma baita contratação para 2026, comemorou fervorosamente. No entanto, na súmula, o juiz indicou que foi gol de Thiago Mendes, já que o volante estava no caminho da bola. Apesar da mudança no papel, o mérito é todo do lateral-esquerdo.

Mesmo em vantagem, o Vasco não tirou o pé do acelerador. Assim, em outra boa jogada, Cuiabano cruzou para David e o camisa 7 finalizou de primeira para ampliar a vantagem em São Januário. 

Após isso, a torcida respirou aliviada. No entanto, dois minutos depois, Robert Renan achou de bom tom brincar na entrada da área e entregou a paçoca para o adversário diminuir.

O erro grotesco colocou o Grêmio na partida, e os minutos finais da etapa inicial foram de total domínio do visitante. 

Já no segundo tempo, o time gaúcho ficou com a posse de bola. Enquanto isso, o Vasco optou pelos contra-ataques e até criou boas chances de matar a partida. Todavia, Andrés Gómez decidiu que só tomaria decisões equivocadas nesta tarde. 

Enfim, apesar do sofrimento, o time de Renato Gaúcho conseguiu segurar o resultado.

Considerações finais

O Vasco estava com o jogo nas mãos, mas foi punido por uma escolha equivocada do seu zagueiro, que poderia ter custado o resultado positivo. Resumindo, levando em consideração o vacilo do defensor e as alterações erradas do treinador, o time teve mais sorte do que juízo.

Por Aniele Lacerda 

*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo


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