Galo tem última rodada decisiva pela Sula

Chegamos ao famoso jogo da vida bem antes do esperado. Ainda na fase de grupos; e em um grupo fraco, o elenco montado pela SAF da família Menin vai em busca da classificação. Só os três pontos importam para se classificar para as oitavas de final; empate ou derrota nos tira até a oportunidade dos playoffs.
O duelo decisivo será às 19:00 desta quarta-feira (27), na Arena MRV, diante do Puerto Cabello. Apesar do péssimo horário, teremos um público até que razoável presente na nossa casa.
Como dito em outros textos, a torcida ainda não sabe o que o Atlético busca nesse campeonato. Dizem que não é prioridade, mas escalam várias peças titulares durante todos os 90’, sem chance alguma para os meninos da base ou para aqueles que têm pouca minutagem.
Cair ainda na fase de grupos nessa altura do campeonato é um tanto quanto vexatório, mas todo mundo sabe que o Galo não tem elenco para três competições. Ultimamente não temos nem para uma só, mas tudo bem.
Sem nenhum novo desfalque, embora dois nomes pudessem, ao menos, estar suspensos, é provável que teremos força máxima dentro das quatro linhas e a provável volta de Minda às peças titulares.
Estamos em fortes orações para que o Alan Franco e o Cuello estejam no banco de reservas, mas a provável escalação não deve passar de:
Everson; Natanael, Ruan, Junior Alonso e Renan Lodi; Alan Franco, Maycon e Bernard; Cuello, Minda e Cassierra.
Não tem nada diferente e nem fórmula mágica a não ser vencer, vencer, vencer e, se possível, convencer também. Fazer aquele joguinho tranquilo dentro de casa, propondo o ritmo de jogo e sem deixar o adversário se acomodar na partida.
Sabemos que futebol não é planilha e nem sempre vence quem tem o melhor elenco, mas é obrigação do Galo ganhar sem nenhum tipo de susto, até porque o adversário não tem bons retrospectos fora da Venezuela.
Que o Barba saiba ler o que a partida pede, que tenha inteligência na escalação e, principalmente, nas substituições. Chega de se fechar, chamando o adversário para o ataque, e de colocar a base só quando o “trem” esquenta, quando a situação está feia e precisamos de um milagre.
Que seja derramada também uma inteligência sobrenatural nesse elenco para saber o que fazer quando estiverem com a bola, naquele último passe que pode deixar o companheiro na cara do gol. Esperamos muito não ter que sofrer em mais uma partida e nem levar gol nos últimos minutos, jogando um balde de água fria em todo mundo.
A torcida pede só por um joguinho tranquilo para fechar essa fase de grupos da competição sem nenhum estresse além do que já passamos. Uma vitória para levantar a moral desse time, fazer todo mundo fazer as pazes com a massa atleticana e irem para a última partida antes da parada para a Copa do Mundo em um clima até mais leve.
Sentimento, amor sincero ao alvinegro!
Por: Thais Santos
*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo