Gigante da Colina dorme na lanterna
Saudações, torcida vascaína!
Com o time reserva em campo, o torcedor não esperava uma partida brilhante. No entanto, ninguém imaginava que o Gigante da Colina seria ‘garfado’ ao vivo, com milhares de câmeras espalhadas e ainda em pleno Rio de Janeiro. Pelo visto, não basta ser roubado só em campeonatos nacionais.
O Vasco enfrentou o Audax Italiano, pela 2ª rodada da Sul-Americana, e perdeu pelo placar de 2×1, em um jogo para lá de polêmico.

Sobre o jogo
Como já era esperado, Renato Gaúcho optou por mandar a campo um time praticamente reserva. Todavia, a pior decisão do técnico foi montar um ataque pesado, com Marino, Nuno Moreira, Brenner e Spinelli. Além disso, apenas dois nomes no meio de campo, o que deixou o time totalmente desorganizado.
Se não bastasse, o juiz decidiu ser o centro das atenções na partida. Ainda no primeiro tempo, JP pisou no pé do adversário e o VAR chamou para revisão por possível cartão vermelho. Por milagre, naquele momento, ele fez o justo. No entanto, não demorou muito para botar suas asas para jogo.
Poucos minutos depois, JP sofreu a falta no meio de campo, mas quem caiu foi o jogador do adversário. Assim, o juiz decidiu aplicar o segundo cartão amarelo para o jovem, que foi expulso injustamente. Nesse caso, o VAR não pode entrar. Ou seja, pagamos pela incompetência do dono do apito que estava dentro das quatro linhas.
Mesmo com um a menos, o Vasco foi guerreiro e abriu o placar, com um gol de Brenner. Sim, milagres ainda acontecem. Apesar disso, não foi o suficiente para a equipe de Renato Gaúcho ser resiliente e segurar o resultado positivo.
Apesar do péssimo futebol apresentado em São Januário, o Gigante da Colina foi roubado mais uma vez na noite, isso mesmo, em pleno Rio de Janeiro. Além de revisar no VAR e marcar um pênalti bem questionável, o árbitro ainda expulsou Carlos Cuesta, o que não é válido para esses casos, com exceção de agressão ao adversário.
Considerações finais
Enfim, uma noite para esquecer. Além de ver um time apático em campo, os vascaínos testemunharam uma atuação patética, vergonhosa e digna de outros adjetivos impublicáveis por parte da arbitragem.
Por Aniele Lacerda
*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo.