Alvinegro joga mal (pra variar) e chega ao oitavo jogo sem vitória
Não é pegadinha de 1° de abril, mais uma vez, o Corinthians treinou como nunca e perdeu como sempre. Com futebol medíocre, acúmulo de erros individuais e mentalidade de 5ª série, o alvinegro foi presa fácil e acabou derrotado por 3 a 1, no Maracanã diante do Fluminense, nesta quarta-feira (1).
Já esperávamos um duelo difícil diante das ausências de Hugo Souza, Carrillo e Memphis, mas o futebol apresentado no Rio, foi muito pior. O Corinthians foi omisso, infantil e não ofereceu resistência. Com uma defesa que “bateu cabeça” e abusou nos vacilos de Gabriel Paulista, levou dois gols, novamente, em erro de saída de bola. Deu até saudade do Ramalho.

No meio nada funcionou. Charles foi titular e seguiu o mesmo inútil de sempre. Era dele e de Allan a responsabilidade da saída de bola, que claro, foi anulada. Garro, Bidon e Yuri não funcionaram, e os ataques do Corinthians, nem fizeram cosquinha no goleiro Fábio. Foram míseras três finalizações em toda a partida.
Faltava tranquilidade, pé no chão e principalmente, alguém que pegasse a bola e organizasse o time. André, o autor do gol alvinegro, estava abaixo, assim como Bidu e Matheusinho. O Corinthians não se encontrou.
Até esboçamos uma melhora no segundo tempo com a entrada de Lingard, mas caímos num ato irresponsável de Allan. O camisa 29 se desentendeu com Lucho Acosta e achou bom simplesmente balançar suas partes íntimas para o adversário, e claro, terminou expulso. Deprimente, mas que mostra o buraco em que estamos.
O destaque fica para o jovem Kauê, substituto de Hugo e Felipe Longo. Levou três gols e teve zero culpa, pelo contrário, ainda tentou e fez boas defesas.
Com a marca negativa de oito jogos sem vitória e a corda apertada no pescoço de Dorival, o Corinthians volta a campo no domingo, cheio de ausências pelo terceiro amarelo e com a responsabilidade de vencer o Internacional e encerrar a sequência negativa.
Por Mariana Alves
*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem necessariamente a opinião do Portal Mulheres em Campo