Inimigo do gol e da vitória


Gigante da Colina está eliminado

Saudações, torcida vascaína!

Infelizmente, não foi dessa vez. Apesar da boa atuação, sendo um pouco otimista, as falhas falaram mais alto nesta noite. A defesa deu bobeira, principalmente o Barros, que talvez tenha pecado pelo excesso de vontade. Já no ataque, especificamente os centroavantes, a melhor opção é colocar um cone na posição, já que as peças à disposição mais atrapalham que ajudam.

O Vasco da Gama enfrentou o Fluminense, pela volta da semifinal do Campeonato Carioca, e ficou no empate pelo placar de 1 x 1. Com o resultado, o Cruzmaltino está eliminado.

Matheus Lima/Vasco.

Sobre o jogo

Com três mudanças entre os titulares, o Gigante da Colina até fez uma boa partida no Maracanã, mas por incompetência ou maldição não conseguiu sair com o resultado necessário. Ainda nos primeiros minutos, Barros cometeu um pênalti bem infantil. Todavia, o jogador do rival quis abusar da sorte e chutou para fora.

Após isso, o Gigante da Colina acordou e começou a incomodar o adversário em busca do gol. Então, em cobrança de escanteio, Saldivia escorou e Robert Renan saiu livre para balançar as redes. O bandeirinha até tentou invalidar, mas o VAR deu gol legal.

Com a igualdade no placar agregado, o mandante precisava sair mais para o jogo, porém não teve vida fácil. Então, em mais um lance de perigo vascaíno, Andrés Gómez engatou a quinta e foi parado pelo trator Freytes, que fez o pênalti. Nesse momento, a torcida esperava comemorar a bola na rede, o que deixaria o time bem perto da classificação.

No entanto, Brenner decidiu que seria o cobrador e aí aconteceu o que todos temiam, defesa do goleiro Fábio. Após isso e com as mexidas do interino, o time pouco produziu. Então, já na reta final, Barros cometeu outro pênalti. Diferente de Renê, Ganso não desperdiçou.

Considerações finais

Se todos jogadores saíssem de campo com a mesma revolta de Andrés e Thiago Mendes, o time não estaria nesse lamaçal. Com a eliminação é certo que serão 11 dias livres para treinos. Assim, a contratação do novo técnico tem que ser para ontem, pois não existe mais tempo a ser jogado no lixo.

Por Aniele Lacerda

*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo.


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