Início de fevereiro e a paciência já acabou


Gigante da Colina tropeça e se complica no Estadual

Saudações, torcida vascaína!

Mais um jogo ridículo e insuportável dos comandados do pardal. Mesmo sem parte dos titulares em campo, não se pode ter uma atuação tão irregular assim. Um time desorganizado, que contou apenas com a raça dos colombianos, sem jogadas ensaiadas ou inteligência tática. Além disso, Puma, exímio cobrador de pênaltis, fez o favor de desperdiçar a rara oportunidade de garantir os três pontos.

O Vasco da Gama enfrentou o Madureira, nesta segunda-feira (2), pela 5ª rodada do Campeonato Carioca, e ficou no empate sem gols.

Matheus Lima/Vasco

Sobre o jogo

Com alguns titulares preservados, entre eles Coutinho, o Vasco não fez um primeiro tempo ruim. Todavia, era claro que o time estava dependendo exclusivamente dos protagonismos de Johan Rojas, que por pouco não guardou um golaço, e Andrés Gómez e Nuno Moreira. Óbvio que só a dupla da Colômbia e o português não fariam milagres em São Januário.

Assim, a maior esperança da torcida na etapa inicial foi quando o juiz assinalou pênalti. Apesar do estreante Brenner pedir para bater, Puma assumiu a responsabilidade. No entanto, como não era o nosso dia (infelizmente, raramente é), o uruguaio, que geralmente bate bem, parou no goleiro do Madureira.

Já na etapa complementar, apenas Andrés Gómez correu, já que Rojas e Nuno tentaram, mas o cansaço bateu. Então, mesmo com as alterações de Diniz, incluindo a estreia de Hinestroza, o time não evoluiu e pouco criou, irritando de vez o pequeno número de torcedores que compareceram em São Januário. 

Para não passar batido, vale mencionar o assalto da arbitragem, o que já não é novidade. Em um dos poucos lances na área, Andrés Gómez chegou bem, ia sair na cara do goleiro, mas foi calçado pelo defensor. Resultado? O VAR analisou sozinho e garantiu que não houve falta no lance. Enfim, só mais um entre os milhões de casos isolados que envolvem o Gigante da Colina e a boa arbitragem brasileira.

Considerações finais

Sei que a gestão tem apreço por Fernando Diniz, mas nenhum clube sério mantém um nome que não entrega resultados. O péssimo desempenho, que se arrasta desde 2025, já não pode ser justificado pela falta de jogadores qualificados. Admar trabalhou e entregou nomes razoáveis para o treinador, mas nada mudou. Enfim, cada um tem sua opinião e a minha é: o técnico já está fazendo hora extra.

Por Aniele Lacerda

*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo


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