Gigante da Colina joga mal e recupera o rival
Saudações, torcida vascaína!
Infelizmente, o dia não terminou bem para nós. A expectativa era para um duelo bem disputado, com o Cruzmaltino demonstrando pelo menos raça. Todavia, entra ano e sai ano, e a situação não muda. Resumindo, hoje foi um jogo medíocre, diante de um rival que chegou pressionado pelo resultado. Além da lambança dos comandados de Diniz, a arbitragem deu sua sempre certeira contribuição, que funciona apenas para um lado.
O Vasco da Gama enfrentou o Flamengo, pela 3ª rodada do Campeonato Carioca, e perdeu pelo placar de 1 x 0, no Maracanã.

Sobre o jogo
Com a saída de Vegetti e Rayan e ainda sem os reforços para o setor, a torcida vascaína já imaginava a dificuldade que seria colocar a bola nas redes. No entanto, ninguém estava esperando uma atitude medonha dos jogadores, que literalmente tremeram diante do rival.
Apáticos em campo, sem o mínimo de raça que um clássico exige, os únicos que se salvaram foram Léo Jardim e Andrés Gómez. O colombiano correu igual um maluco e no pensamento deve ter xingando o substituto de Rayan. Já o goleiro, que não precisa provar mais nada, deu aulas de como fazer defesas difíceis.
Com um primeiro tempo bem abaixo, a torcida esperava que Diniz fizesse alterações pontuais na sua equipe, principalmente promovendo a saída de GB. Todavia, como sempre, nada disso aconteceu. Apesar disso, o time cruzmaltino até voltou melhor, mas foi punido pela lambança de Cauan Barros, em um lance para lá de polêmico. Bom, sabemos que se a camisa fosse preta e vermelha nada disso teria acontecido.
Após o vacilo do jovem, o rival aumentou sua pressão em busca do gol, já que entrou no clássico correndo risco de rebaixamento no Carioca. Assim, em um dos lances, Carrascal chutou da entrada da área e garantiu os três pontos para o seu time.
Considerações finais
Apesar de ser início de temporada, o Vasco já deu sinais (para variar) que precisa de reforços pontuais. Alguns nomes são esperados ainda nesta semana, principalmente pela urgência de peças no setor ofensivo. No entanto, é preciso muito mais do que isso, se o clube quiser passar um 2026 sem sufoco. Sobre o Diniz, não tenho mais palavras para descrever minha insatisfação.
Por Aniele Lacerda
*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo.