O Corinthians é pra quem acredita: é Tetra!


De menos de 1% de chance de classificação ao título da Copa do Brasil, isso é Corinthians!

O corinthiano costuma dizer: contra tudo e contra todos. Assim, indo contra os que duvidavam de nós e sempre apontavam os adversários como favoritos, calamos o Maracanã e, com 2 a 1 no placar diante do Vasco da Gama, faturamos o Tetracampeonato da Copa do Brasil.

Rafael Ribeiro / CBF

Vínhamos batendo na trave, chegando às semifinais e finais, mas a taça não chegava. No entanto, quis o destino que em um dos anos mais conturbados da história alvinegra, o Timão voltasse a ser campeão nacional. A última Copa do Brasil foi conquistada em 2009, ainda com Ronaldo Fenômeno.

Dorival não é unanimidade, pelo contrário, é contestado muito em função do que foi apresentado no Brasileirão. Por outro lado, quando o assunto é CDB, o narigudo vira rei, e tem propriedade no assunto, principalmente atuando fora de casa. Assim, o Corinthians ganhou todos os duelos fora de casa e sofreu apenas três gols em toda a competição.

Deixamos de lado as atuações medíocres dos últimos dois jogos – com ressalva ao segundo tempo do duelo contra o Cruzeiro, e entramos com uma postura firme, de quem queria o título. Após um início truncado, o Corinthians passou a comandar as ações. Matheusinho, um dos destaques da competição, achou bem Yuri Alberto, que livre, dominou e mandou na saída de Léo Jardim para abrir o marcador. 

Depois do gol, o Corinthians desperdiçou algumas oportunidades e pagou o pato. Raniele errou passe e concedeu contra-ataque. Andrés cruzou e Nuno Moreira, de cabeça, empatou.

Em meio a loucura, roíamos as unhas e rezavamos. Seria um segundo tempo duro, de busca de ambos os lados. Nessa pegada, logo no início o Corinthians chegou ao segundo gol novamente partindo de Matheuzinho, que achou bem Yuri Alberto para servir Memphis Depay, livre de marcação, 1 a 2.

Danilo Fernandes

Verdade seja dita? Depois do gol, pouco importa o que aconteceu ( exceto a defesa de Hugo Souza no chute de Rayan). Era nossa a taça, era nosso o título. A Fiel voltou a sorrir, a festa voltou para a favela!

De time desacreditado, com 0,004% de chances de se classificar à Campeão. Vivemos um duro 2025, marcado pelo impeachment de Augusto Mello e o indiciamento de Duílio e Andrés por fraudes, além do transfer ban, que nos impediu de registrar novos atletas, mas conseguimos mostrar a nossa grandeza.

Rafael Ribeiro / CBF


Cabe pontuar a preciosidade da base alvinegra, que em um ano em que pouco contratamos, segurou as pontas. André, Gui Negão, Dieguinho e Bidon, pratas da casa, foram gigantes, sobretudo o último, um dos melhores da temporada. É o Corinthians é para quem acredita.

Por fim, Garro? Deu tudo certo, e esperamos que em 2026 tudo siga dando certo.

Por Mariana Alves 

*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo 


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