Gurias Jaconeras encontram o SERC Brasil na terceira rodada do Gauchão
O Juventude vai até a cidade de Farroupilha neste domingo (17) para encontrar o SERC Brasil nas Castanheiras às 15h. As equipes se encontram pela primeira vez desde o polêmico jogo disputado, também pelo Campeonato Gaúcho, em outubro de 2024 e o confronto será transmitido pelo canal do youtube do Brasil. Um jogo que tem tudo para ser muito interessante e testar a paciência de ambas as equipes.

Da última vez que estiveram frente à frente, Juventude e SERC Brasil protagonizaram um dos jogos mais tensos da história do Gauchão Feminino. Marcada por diversos erros de arbitragem e um alegado favoritismo para a equipe de Caxias, a partida acabou aos 80 minutos, quando as gurias do Gigante das Castanheiras deixaram o campo. A saída dos gramados foi motivada pela falta de fairplay das Esmeraldas, que aproveitaram o momento em que a goleira Gabi estava caída em frente a meta para fazer o segundo gol.
Além de reclamações sobre a conduta alviverde, também houve comentários sobre a árbitra Bruna de Miranda Martins, que não parou a partida quando a goleira do Dragão foi ao chão, o que geralmente paralisa qualquer lance que esteja ocorrendo, já que é injusto atacar uma equipe que não está com o arqueiro em posição de igualdade com as demais jogadoras. Honestamente, espero que consigamos aproveitar um jogo sem nenhuma polêmica deste tipo.
Dentro do campo são 11 contra 11, mas todas são responsáveis pelo bem estar físico de suas companheiras e adversárias. Pensando no próximo jogo, vemos que ambas as equipes vêm de lugares bastante diferentes. O SERC Brasil vem de três derrotas doloridas. Uma delas para o Fluminense, por 3×0, que culminou na sua eliminação da Copa do Brasil. As outras duas, disputadas pelo Gauchão, ocorreram para a dupla Gre-Nal. O Dragão conseguiu o feito mais uma vez histórico de marcar contra o Internacional, mas não conseguiu conter o ataque colorado que estava inspirado, e acabou levando um 5×1 em casa. Contra o Grêmio, as gurias do Gigante foram vítimas da organização tricolor e sofreram quatro gols sem conseguir responder.
Do lado jaconero, o Juventude vem de dois empates que significaram muito para a construção da equipe pós Brasileirão. Contra o Fortaleza, pela Copa do Brasil, o Ju conseguiu deixar tudo igual, levar para os pênaltis e ganhar a classificação na força da torcida e no talento da goleira Renata. Contra o Grêmio, sofreu o azar de perder sua melhor jogadora, Dani Ortolan, logo no início do segundo tempo e acabou ficando refém da tentativa de infiltração das suas pontas, que fizeram um bom jogo, mas não conseguiram ampliar o 1×1.
O cuidado que precisamos ter com o Brasil não é apenas tático, porém emocional. Vencer às Esmeraldas significaria assumir o terceiro lugar da tabela, um lugar muito mais confortável do que a quarta posição, sem nenhuma vitória. Um empate mantém a tabela igual com Inter em primeiro, Grêmio em segundo e o Ju em quarto, com um jogo a menos que os demais, já que a cada rodada, um time descansa.
Lorena, centroavante do Dragão, foi muito bem contra o Internacional. Soube trabalhar com a bola nos pés e quando arriscar para trazer perigo. Não por coincidência, o segundo gol na história do confronto entre Brasil e Inter é dela. A atacante sabe como se infiltrar e limpar passes, ficando livre para chutar. Precisamos apertar a marcação nesta jogadora se quisermos ajudar Renata a fazer o que ela faz de melhor.
A escalação
Para este jogo, Luciano Brandalise tem a volta de Dani Ortolan, que precisou deixar o confronto contra o Grêmio aos 9 minutos do segundo tempo depois de ser travada na tentativa de finalizar de bicicleta e cortar o supercílio. Não que Kamile Loirão não tenha reposto bem a sua posição, mas ter a camisa 99 em campo é ter mais uma figura de liderança extremamente habilidosa para guiar o ataque. Talvez ter as duas no segundo tempo traga um desenho diferente e jogadas mais criativas. Só uma ideia, professor.

Assim como Ortolan, Dani Venturini também retorna à lista de relacionadas. A meia se ausentou no último jogo devido a um acontecimento familiar. Não sabemos o que foi, mas esperamos do fundo do coração que tudo esteja bem e que Dani esteja tranquila, não só por conta do jogo, mas porque nos importamos com ela. Independente do que tenha sido, estamos com você, minha 15.
Levando isso em consideração, o desenho tático deve seguir o mesmo e os 11 nomes que devem iniciar a partida são: Renata May; Bell Silva, Rayane Pires, Bruna Emília e Carol Ladaga; Dani Venturini (Leka), Karol e Duda Tosti; Teté, Dani Silva e Dani Ortolan. Sim, três Danis. Não que isso queria dizer alguma coisa, eu só acho engraçado.
O time vai focado e sabe exatamente o que precisa fazer. O ataque já está bem entrosado e as transições têm fluído cada vez mais. Na defesa, temos duas xerifes. Rayane e Bell não têm perdoado ninguém e, se a bola passa delas, temos Renata. O grupo está fechado, as engrenagens bem lubrificadas e a garganta pronta pra gritar gol. Vamos, Ju!
Por Luiza Corrêa
*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo.
13 comentários sobre “Em busca da primeira vitória esmeralda”
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