O imortal até demonstrou melhora, mas não foi eficiente
Rodada após rodada, está cada vez mais sofrido acompanhar os jogos do Tricolor Gaúcho. Neste sábado (26), o torcedor já sabia que a missão seria dura. Encarar o embalado Palmeiras, no temido Allianz Parque, em São Paulo, era como entrar em campo com a bola já rolando contra.
Grêmio e Palmeiras se enfrentaram em uma partida sem grandes surpresas, e o roteiro seguiu o script esperado. Jogando em casa, o Verdão fez valer o fator mando de campo e com mais posse de bola e controle do jogo, garantiu a vitória magra, mas eficiente pelo placar de 1 a 0 no placar.
Apesar de uma leve evolução em campo, o desempenho do Grêmio ainda está muito abaixo do que se espera de um clube do seu tamanho e tradição. O Imortal até ensaiou algumas boas jogadas, mas segue longe de apresentar um futebol competitivo. Em diversos momentos da partida, o time parecia apático, sem alma, como se faltasse aquela alma copeira que quer a vitória que sempre marcou a história tricolor.

Vale lembrar, que o Palmeiras poupou alguns dos seus principais jogadores e mesmo assim, não precisou fazer muito esforço para garantir os três pontos. O Verdão administrou o jogo com tranquilidade, sem acelerar demais, mostrando que, mesmo em ritmo de treino, conseguiu superar o Grêmio.
A equipe da casa começou a partida impondo pressão e com isso bastou 2” para Facundo Torres completou uma bela jogada e abriu o placar. O Grêmio até tentou em uma grande jogada de Pavão aos 21”, mas a bola acabou nas mãos do goleiro. Facundo Torres até tentou ampliar mais não foi efetivo.
A etapa completar teve um palmeiras que não poupou e iniciou logo com duas boas chances de ampliar o placar. O imortal por sua vez até cresceu no jogo, mas não o suficiente. E entre altos e baixos das equipes nenhum gol saiu.
Com o resultado, o Tricolor Gaúcho segue sem pontuar fora de casa, estacionado nos 17 pontos e permanecendo na 14ª colocação. O Grêmio volta a campo na terça-feira (29), para enfrentar o Fortaleza às 20h30, na Arena em Porto Alegre.
Por Noara Paz
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