Corinthians vence o Ceará fora de casa e respira no Brasileirão com primeiro triunfo longe da Neo Química
Na noite desta quarta-feira (16), o Corinthians finalmente quebrou a sequência negativa fora de casa e conquistou sua primeira vitória como visitante no Brasileirão 2025. O Timão superou o Ceará por 1 a 0, na Arena Castelão, em Fortaleza, pela 14ª rodada da competição.
Mesmo sem brilhar tecnicamente, a equipe de Dorival Júnior conseguiu um resultado positivo diante do Vozão. O gol da vitória veio com Talles Magno, que aproveitou uma falha bizarra do zagueiro Marllon no segundo tempo. O atacante marcou seu primeiro gol no torneio e garantiu os três pontos importantíssimos (e um alívio da pressão) para o time paulista.

O jogo foi fraco ofensivamente, com poucas finalizações. Foram apenas quatro no alvo em toda a partida, sendo duas para cada lado. A primeira etapa teve domínio corinthiano, mas chances escassas. O único chute perigoso foi de Martínez, aos 43 minutos.
No segundo tempo, o Corinthians foi mais agressivo. A entrada de Carrillo mudou o ritmo do time e trouxe mais criatividade. Em uma das melhores jogadas da partida, Garro, com a sua visão extraordinária, mandou a bola para Carillo que cruzou na área. Marllon furou e Talles Magno, meio atrapalhado, chutou ao gol.
Apesar da vantagem, o Timão ainda passou sufoco. O Ceará quase empatou em duas oportunidades, mas a defesa impediu. Martínez também assustou com um chute de longe.
Além do placar, Dorival Júnior chamou atenção na beira do campo. Conhecido por ser tranquilo, o treinador teve uma noite agitada, reclamou com a arbitragem e chegou a ironizar oferecendo os óculos ao quarto árbitro.
Com o resultado, o Corinthians subiu para a 9ª posição, com 19 pontos, ultrapassando o próprio Ceará, que ficou com 18. Um alívio para o torcedor, que já via a sequência sem vitórias se transformar em (mais uma) crise.
O próximo desafio é um clássico: o Timão encara o São Paulo no sábado (19), às 21h, no Morumbis. O momento é de retomada, e vencer fora de casa pode ser o combustível que faltava. Afinal de contas, clássico não se joga, se vence!
Por Roanna Marques
*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo.