O Coelho embarca para São Paulo na esperança de mudar o seu destino no Brasileirão
O América enfrenta o Novorizontino, neste sábado (12), às 16h no Estádio Doutor Jorge Ismael de Biasi, no interior de São Paulo, pela décima sexta rodada da Série B do Brasileirão. Esse jogo representa, talvez, a última chance do Coelho recuperar a confiança da sua torcida, em si mesmo e agora, também dos seus dirigentes.

Vindo de mais uma derrota dentro de casa, o elenco foi detonado até pelo presidente do clube, Alencar da Silveira Jr. que classificou o time como um dos piores que viu nos últimos anos. O resultado negativo não foi isolado, é o segundo consecutivo após quase dois anos invicto dentro de casa. O América agora tem um desafio maior que simplesmente fazer três pontos: mostrar que ainda sabe jogar futebol.
O Time do Horto estacionou no meio da tabela e parece que quer morar por lá; está na 12ª posição, com 20 pontos. O que antes era uma diferença mínima entre os times do G-4, agora parece um abismo. Todo mundo continuou correndo atrás do sonho da Série A, mas o Coelho parece que desistiu.
Para tentar reverter essa lástima, o técnico Enderson Moreira conta com o retorno do lateral-esquerdo Marlon. Um grande desfalque é Willian Bigode, que continua lesionado. O atacante tem feito muita falta no time, pois é essencial na formação de trio de ataque que o técnico insiste em fazer em todos os jogos. E por falar em formação, para esta partida a provável escalação será: Matheus Mendes; Mariano, Ricardo Silva, Lucão e Marlon; Felipe Amaral, Cauan Barros e Miquéias; Figueiredo, Miguelito e Breno Teixeira.
Nada de novo na formação e nem no time, mas o que esperamos de novo, é que o time finalmente perceba que ficar na Série B é uma falha, afinal, o clube tem mais potencial do que só aceitar sua colocação e lutar para não cair para outra divisão. Como americanos, a esperança de uma reviravolta que só o futebol proporciona, ainda não morreu. Por isso, vamos, vamos Coelho!
Por Carolina Mendonça
*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo