No Chile, valendo liderança e afirmação


São Paulo encara o O’Higgins em duelo direto que pode encaminhar vaga nas oitavas da Sul-Americana

O São Paulo entra em campo nesta quinta (7) para um daqueles jogos que dizem muito sobre o caminho na temporada. Em Rancagua, no Chile, o Tricolor enfrenta o O’Higgins, às 19h, em confronto direto pela liderança do Grupo C da CONMEBOL Sul-Americana.

imagem: instagram/@saopaulofc

A matemática é simples e pesada. O São Paulo lidera com sete pontos, seguido de perto pelos chilenos, com seis. Quem vencer abre vantagem importante e se aproxima da classificação direta às oitavas de final, evitando o desgaste do playoff. Millonarios e Boston River completam o grupo, mais atrás na disputa.

O momento recente pede atenção. Na última rodada da Sul-Americana, o Tricolor ficou no empate sem gols com o Millonarios, fora de casa. Já o O’Higgins chega embalado após vitória sobre o Boston River. Jogando em casa, a equipe chilena aposta na intensidade e no peso do mando para equilibrar o confronto.

E é justamente aí que mora o desafio.

O São Paulo chega para a partida com desfalques importantes. Lucas Ramon e Alan Franco seguem fora, enquanto Lucas está ausente por lesão grave. Problemas que mexem na estrutura do time, mas que também exigem respostas do elenco.

A tendência é de manutenção da base, com ajustes pontuais. Cédric deve seguir na lateral direita, enquanto Dória aparece como opção para recompor a defesa. No meio e no ataque, a expectativa é de um time que busque controle, mas sem abrir mão da agressividade.

Uma provável escalação tem: Rafael; Cédric, Dória, Sabino e Wendell; Bobadilla, Danielzinho e Cauly; Artur, Luciano e Calleri.

Do outro lado, o O’Higgins deve ir a campo com força máxima, apostando na solidez coletiva e na confiança de quem joga diante da própria torcida.

Mais do que três pontos, o jogo vale o cenário. Vale a tranquilidade. Vale o caminho.

E, em competições continentais, saber jogar esse tipo de partida costuma ser o que separa quem apenas participa de quem realmente briga até o fim.

Por Roberta Moussa

*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo


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