INTER CRIA POUCO E PERDE O GRENAL 430


Na noite do último sábado (3), o Colorado foi a Arena para o clássico greNAL 430 e outra vez o tabu de não vencer no empreendimento da OAS, se fez presente

Foto: Ricardo Duarte

Grêmio e Internacional se enfrentaram pela 9ª rodada do Campeonato Gaúcho, na Arena OAS. Esta foi a 430ª vez.

O Colorado foi a campo com uma equipe que começa a deixar mais claro sua espinha dorsal e inevitável algumas titularidades, além de colocar pela primeira vez uma formação com os jovens mais promissores da equipe. Bruno Praxedes, Maurício e Yuri Alberto iniciaram a partida pela primeira vez no Internacional, já que pela seleção brasileira sub-20, os três guris já haviam jogado juntos.

O Inter foi melhor na primeira etapa, teve mais oportunidades de trabalhar a bola e ocupou o meio de campo com maior domínio, mas foi ineficiente onde precisava. Apesar de atravessar o meio de campo e chegar a grande área, o Colorado não soube finalizar, e quem não finaliza não marca, nenhuma mágica resolve isso.

No retorno à segunda etapa, o tricolor jogou melhor. A equipe da casa soube permanecer mais com a bola e avançar as linhas, impedindo justamente o melhor jogo que fez a equipe colorada na primeira etapa. Ao Inter faltou movimentação e fluidez, na segunda etapa a bola chegou menos ao ataque, mesmo com Yuri voltando mais para busca lá. 

A melhor oportunidade para o Inter saiu dos pés do zagueiro Lucas Ribeiro, que roubou a bola no meio de campo e carregou até estar cara a cara com o goleiro Brenno, que fez a bola sair para fora.

O único gol da partida saiu ao apagar das luzes, Léo Chu que havia acabado de entrar chutou cruzado e a bola morreu no fundo da rede, 1×0 para os anfitriões.

Após a derrota no clássico, o Colorado de Ramirez terá cerca de 10 dias para trabalhar e voltará a campo pelo Gauchão ainda sem data definida, contra o Aimoré, mas com maior intervalo entre as rodadas pré definidas pela participação do rival na fase classificatória da Libertadores.

O primeiro pedido longo de trabalho para Miguel, que até aqui teve somente 5 partidas e já vê a primeira derrota implodindo a torcida imediatista.

Por Jéssica Salini

*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo


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