Egito e Bélgica iniciam sua trajetória na Copa do Mundo de 2026 em confronto que promete equilíbrio e grandes emoções.

A bola vai rolar para mais um grande confronto da Copa do Mundo FIFA 2026. Nesta segunda-feira (15/06), às 16h (horário de Brasília), as seleções do Egito e da Bélgica fazem sua estreia na fase de grupos da competição. A partida será disputada no Lumen Field, em Seattle, com transmissão pela CazéTV, Globo e SporTV.
A seleção egípcia chega ao Mundial sonhando em alcançar um feito inédito: conquistar sua primeira vitória na história das Copas do Mundo e avançar pela primeira vez para a fase eliminatória. A principal esperança da equipe está nos pés de Mohamed Salah, um dos maiores jogadores da história do país, que lidera um ataque veloz e talentoso ao lado de Omar Marmoush.
Para a estreia, o técnico Hossam Hassan deve escalar: Mostafa Shobeir; Mohamed Hany, Yasser Ibrahim, Mohamed Abdelmonem e Ahmed Fatouh; Mohanad Lasheen e Marwan Attia; Mohamed Salah, Emam Ashour e Trezeguet; Omar Marmoush.
Do outro lado, a Bélgica inicia um novo ciclo após a geração que conquistou o terceiro lugar na Copa do Mundo de 2018. A equipe busca manter o protagonismo internacional mesclando experiência e juventude. O grande líder do elenco é o meia Kevin De Bruyne, que conta com o apoio de jogadores talentosos como Jérémy Doku e Leandro Trossard.
O técnico Rudi Garcia deve mandar a campo: Thibaut Courtois; Timothy Castagne, Brandon Mechele, Nathan Ngoy e Thomas Meunier; Youri Tielemans e Amadou Onana; Jeremy Doku, Kevin De Bruyne e Leandro Trossard; Charles De Ketelaere.
Os treinadores chegam para o confronto com objetivos bem definidos. Hossam Hassan busca conduzir o Egito a uma campanha histórica, enquanto Rudi Garcia tem a missão de recolocar a Bélgica entre as principais forças do futebol mundial. A expectativa é de um duelo interessante entre a determinação egípcia e a qualidade técnica belga na abertura da caminhada das duas seleções no Mundial.
Por Marcy Dutra
*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem,necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo