Cruzmaltino vence e respira
Saudações, torcida vascaína!
Sei que todos os jogos do Gigante da Colina são tensos, mas hoje foi para deixar o coração no limite. A equipe teve um início avassalador, com uma bola quase ultrapassando a linha e outra na trave. No entanto, o segundo tempo foi carregado de fortes emoções.
O Vasco enfrentou o Athletico-PR na noite deste domingo (10), pela 15ª rodada do Brasileirão, e venceu por 1×0, assumindo a 8ª colocação.

Sobre o jogo
Demorou, mas Renato ouviu o clamor dos torcedores e escalou um time mais leve, sem três volantes e com Adson e Spinelli entre os titulares. Sim, milagres acontecem. Na prática, a resposta aconteceu de imediato, com um início empolgante do time carioca.
Com o adversário acuado, o Gigante da Colina construiu boas jogadas e passou bem perto de balançar a rede ainda nos minutos iniciais. No lance, Spinelli finalizou e jurou que a bola tinha entrado, mas Santos ficou com ela. Apesar das reclamações, no replay foi possível enxergar que a pelota não ultrapassou a linha.
O Gigante da Colina ainda colocou uma bola na trave, antes de finalmente marcar no confronto. Na jogada do gol, Puma deu uma linda assistência para Thiago Mendes, que finalizou firme e nem deu chances de defesa para Santos.
Após isso, o time carioca ainda levou perigo, porém decidiu entregar o resultado para Deus e flertou com o perigo. Diante disso, para o segundo tempo, a torcida esperava uma mudança de postura, principalmente defensiva, mas não aconteceu.
O que já era assustador virou um pesadelo para os vascaínos, que passaram 45 minutos torcendo mais para o rival não fazer gols do que para o Vasco acertar a bola na rede. Enfim, depois de muito sufoco e mexidas tenebrosas de Renato, o Gigante da Colina conseguiu segurar o placar e garantiu os três pontos.
Considerações finais
Em um campeonato tão embolado, o Vasco não pode dar tanta bandeira para o azar. Hoje o time não fez uma partida ruim, mas deixou de matar quando teve as oportunidades, deixando seu torcedor com o coração na mão até o apito final.
Por Aniele Lacerda
*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo.