O Benfica enfrenta o Braga com foco total no segundo lugar
Enfim… o sonho do 39 fica pro ano.
Dói? Dói. Mas pior que isso… só uma coisa: empate. Aliás, o torcedor benfiquista já não vê empate como resultado — vê como gatilho emocional. Aparece um “1-1” no placar e já dá aquela tremedeira, aquele flashback, aquele “não… de novo não…”. E é exatamente por isso que agora a regra é clara: proibido empatar. Nem por brincadeira.

A briga mudou. Agora é Benfica vs Sporting pelo segundo lugar, enquanto o Porto já fez a festa deles. E a gente? A gente ficou com a calculadora em uma mão e o trauma na outra.
Neste jogo, nesta segunda (11), às 20h15, contra o Braga, o Benfica entra em campo com uma missão muito simples: ganhar… e não inventar moda.
A provável escalação encarnada deve ser: Trubin; Bah, António Silva, Otamendi, Dahl; Richard Ríos, Aursnes; Lukebakio, Barreiro, Rafa Silva; Pavlidis.
É um jogo para entrar ligado desde o início. Nada de “vamos ver como o jogo começa”. Não. Já começa resolvendo. Porque se deixar para depois… sabemos como termina: empate e terapia coletiva.
E olha que nem precisa jogar um futebol absurdo. É só fazer o básico bem feito. Criar, marcar, segurar… e principalmente: não deixar o jogo escapar. Porque essa temporada virou praticamente um curso intensivo de “como transformar vitória em empate”. E sinceramente? Já deu.
Do outro lado, o Sporting tá só esperando um deslize. E se tem uma coisa que o Benfica ensinou esse ano… é que deslize a gente sabe dar. Então agora é fazer o contrário: não dar chance pra dúvida.
No fim das contas, ainda dá para terminar bem. Ainda dá para salvar alguma coisa. Mas isso depende de uma decisão simples:
Parar de empatar. Simples assim.

E a gente? Nós vamos estar lá… com medo, com esperança, com um olho no jogo e outro no placar, só pra garantir que não tá escrito “empate” em nenhum momento.
Porque uma coisa é certa: o benfiquista aguenta tudo… menos mais um empate.
FÉ QUE VAMOS GANHAR (E SEM EMPATAR, POR FAVOR).
Por Clara Bordignon
*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo