Até o fim! Como tem que ser!


Em casa, Corinthians arranca um empate sofrido no Majestoso

Com emoção até o último minuto, o Corinthians buscou o empate por 1 a 1 contra o São Paulo neste domingo (18), na Neo Química Arena, pela terceira rodada do Paulistão. Em um Majestoso pesado, nervoso e com uma arbitragem que claramente deixou o jogo escapar do controle, o Timão sentiu o golpe, perdeu intensidade após sofrer o gol, mas encontrou forças no fim para não sair derrotado dentro de casa. Breno Bidon, aos 44 do segundo tempo, foi o responsável por manter o clássico em pé de igualdade.

Foto: Wanderson Oliveira / Meu Timão

O Corinthians começou o jogo tentando impor ritmo, pressionando alto e empurrado pela Fiel. Mas clássico não perdoa distração. Aos 37 minutos do primeiro tempo, o São Paulo abriu o placar com Gonzalo Tapia, de cabeça, após cruzamento de Danielzinho. O gol bateu e o time sentiu. A confiança foi embora, o jogo ficou mais travado e o emocional pesou mais do que deveria.

O segundo tempo foi reflexo disso. Um Corinthians ansioso, errando passes simples, tentando resolver tudo na base do desespero. A arbitragem, permissiva com faltas e cartões seletivos, ajudou a picotar o jogo e esfriar qualquer tentativa de pressão contínua. O São Paulo, confortável com a vantagem, se fechou como pôde e apostou no relógio.

Mesmo assim, o Timão não parou de tentar. Foram 18 finalizações contra apenas seis do rival. Faltou calma, sobrou coração. E quando o empate parecia escapar, foi a persistência que falou mais alto. Aos 44 minutos, Pedro Raul encontrou Breno Bidon, que bateu forte, sem chance para Rafael. Gol que saiu mais no grito do que na técnica. Gol de arquibancada. Gol de quem se recusa a aceitar a derrota em clássico.

Com o resultado, o Corinthians chega aos quatro pontos no Paulistão e agora se prepara para mais um clássico, desta vez contra o Santos, fora de casa, na quinta-feira (22), às 19h30.

Ajustes precisam ser feitos, o time precisa crescer emocionalmente, mas uma coisa é certa: com a Fiel empurrando, o Corinthians sempre vai até o fim.

Por Roanna Marques

*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo.


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