“Por amor à bandeira, por amor à família, Galo eu amo você, amo essa camisa!”
Saudações atleticanas!
Começo esse pós jogo com as seguintes falas de Belchior em uma de suas lindas canções: “Ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro”. Vão me perguntar o porquê dessa fala e eu explicarei o motivo logo abaixo.

Na mesma Arena MRV, no ano passado, eu vi o alvinegro ser derrotado pelo mesmo adversário (Flamengo), e justamente em uma Copa do Brasil, no dia 10/11/2024, final da competição daquele ano. Neste ano, contra o mesmo adversário, a partida de volta das oitavas de final da mesma competição aconteceu nesta quarta-feira (09), na Arena MRV, em Belo Horizonte, às 19h.
De novembro de 2024 para agosto de 2025, passaram-se 270 dias, e cá estamos nós, no mês considerado por muitos como o “mês do cachorro louco”. Nesse mês louco, onde aconteceu tantas coisas com o time que eu amo, eu simplesmente vi o Clube Atlético Mineiro eliminando o Flamengo na mesma Arena MRV. O futebol é uma caixinha de surpresas, onde ninguém sabe o que irá sair dali.
Deve ser muito triste a vida de quem não gosta de futebol. Felizmente eu gosto, e só posso agradecer por isso.
O JOGO
O treinador Cuca, foi a campo com a seguinte escalação: Everson; Natanael (Saravia), Lyanco, Junior Alonso e Guilherme Arana (Dudu); Alan Franco, Gabriel Menino (Igor Gomes) e Gustavo Scarpa; Tomás Cuello (Alexsander), Rony (Biel) e Hulk.
A partida no tempo normal terminou com uma derrota do Galo pelo placar de 1 a 0, mas, nos pênaltis, o time mineiro não só ganhou, como também se classificou. Alô mamãe CBF, faz o Pix e sem choro.
Com o resultado de 1 a 0 conquistado no Maracanã, na semana passada, a equipe mineira contava com uma pequena vantagem a seu favor e jogava pelo empate. Já o seu adversário precisava de dois gols para avançar diretamente, e com uma vitória simples por um gol, a classificação seria decidida através de cobrança de pênaltis.
A vantagem atleticana foi perdida no decorrer da partida e o que vimos foi um Atlético se classificando novamente nas cobranças de pênalti, pelo placar de 4 a 3 e, mais uma vez, com a estrela do goleiro Everson brilhando mais forte.
Foto: Pedro Souza/Atlético
O primeiro tempo foi dominado pelo time rubro-negro, o que já era esperado, afinal, eram eles que precisavam acabar com a vantagem que o Galo tinha. O alvinegro até hoje não aprendeu a jogar com a vantagem ao seu favor, é impressionante como conseguem dificultar o óbvio e facilitar para o adversário.
Aos 21’, eles chegaram ao gol com Everton Cebolinha, após uma ajuda do nosso lateral, e o que já estava ruim, ficou pior ainda. A partida até então estava indo para os pênaltis – haja coração. Após o gol do rival, o time atleticano deu sinais de que estava acordando com Hulk, que tentou uma, duas e três vezes com perigo, mas a bola insistiu em não entrar.
Impressionante o que aconteceu no primeiro tempo. O Galo simplesmente era refém de uma apatia incomparável, o time errou demais em um jogo que não permite erros. O torcedor esperava levar para o intervalo um placar menos doído.
Precisando ao menos fazer um gol para se classificar, o time mineiro voltou melhor para o segundo tempo. O gol que tanto precisávamos poderia ter saído logo nos minutos iniciais com Gustavo Scarpa, mas ele esqueceu de combinar com o travessão.
Tentamos e como tentamos fazer o gol de empate. O Hulk tanto tentou que acabou errando pelo excesso de tentativas. O nosso super-herói estava afobado e com sede de gols. Não quero nem pensar que um dia não teremos mais ele em campo.
O placar permaneceu 1 a 0, e foi nas cobranças de pênalti que mais uma vez a estrela do goleiro Everson voltou a brilhar. Pela Sul-Americana dias atrás, ele já foi o destaque da partida, fazendo grandes defesas e também convertendo o último pênalti que deu a classificação para o alvinegro.

Na disputa de pênaltis, o placar ficou 4×3 para o Galo. Hulk, Scarpa, Igor Gomes e Everson converteram seus gols e apenas Junior Alonso perdeu, após o goleiro deles defender a cobrança. Pelo lado adversário, Arrascaeta, Jorginho e Saúl marcaram, mas Samuel Lino e Wallace Yan desperdiçaram.
Fala, Everson!
“Significa muito, saímos muito fortalecidos de mais uma disputa de pênalti. Eliminar o atual campeão, o melhor elenco do país, que era o favorito a passar nesse duelo. Muito feliz de pegar mais um pênalti, anotar a quinta cobrança e ajudar a minha equipe a passar de fase. Algo fundamental para o nosso ano”.
O treinador Cuca falou sobre o jogo e classificação em entrevista coletiva após a partida:
“Hoje era um jogo diferente, tínhamos que jogar, por estar jogando em casa tinha que fazer o torcedor jogar junto. Não conseguimos fazer no primeiro tempo. Conseguimos só depois dos 35 (minutos) por aí, jogar e criar oportunidades.
A gente está muito feliz, mas perdemos o jogo em casa. A gente poderia ter empatado que nos classificaríamos. Porém, eu acho que no montante dos três jogos… se divide em seis tempos, dois tempos em cada jogo, acho que a gente foi relativamente igual ao Flamengo. Cada um na sua proposta”.
Confira a entrevista coletiva na íntegra pelo link abaixo:
O próximo jogo do Galo será contra a equipe do Vasco, no domingo (10), pela 19ª rodada do Brasileirão. A partida acontecerá às 16h, no estádio São Januário, no Rio de Janeiro. Vamos em busca dos três pontos!
Por Elluh Ferreira
*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo
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