MAIS DO MESMO


Neste domingo (9), o Ceará foi até Belo Horizonte enfrentar a equipe do Atlético-MG, no estádio Mineirão e a partida não saiu do 0x0.

Saudações alvinegras!

Mais um empate para a conta. Será que a equipe de Lucho González acha que dá para escapar do rebaixamento somando apenas um ponto por partida? Isso quando consegue pelo menos empatar, né?

Foto: Felipe Santos / CearaSC

A situação do Ceará é desesperadora. Estamos quase no final do Brasileirão Série A 2022 (faltando apenas 9 rodadas), o Alvinegro de Porangabuçu encontra-se flertando com a zona de rebaixamento e há grandes chances de isso virar um namoro. Em 16º, somando apenas 33 pontos, com 6 vitórias até aqui durante todo o campeonato, o Vozão precisará mais um ano para lutar contra o rebaixamento. 

Porém, o que a torcida alvinegra vê até aqui não é nada satisfatório. Para chegar aos milagrosos 45 pontos, o Ceará precisa somar 12 dos 27 que ainda faltam. Impossível? Claro que não! Se fosse com outros clubes, pois para o Vovô vai ser peleja e muita. 

Contra o Galo no Mineirão na noite de ontem (9), vimos apenas mais do mesmo. Um time que não cria jogadas de ataque, que se atrapalha todo quando surgem as mínimas chances e que não consegue conquistar os 3 pontos. Pelo menos ontem a defesa estava mais ligada e finalmente aconteceu um jogo que não levamos gol. Ufa! 

O Atlético-MG pressionou muito o Ceará, mas quis o destino que pudéssemos somar pelo menos um ponto fora de casa. Sem Vina e Mendoza, o time veio modificado, mas não surtiu muito efeito. Em pensar que os dois atletas citados já foram nossas esperanças, hoje entregam um futebol de qualidades duvidosas. É a famosa má fase? Ou será falta de vontade mesmo? Fica aí o questionamento. 

No mais, no próximo domingo (16), o Vovô irá receber o Cuiabá sobre seus domínios e viverá o primeiro jogo na briga para não entrar na zona de rebaixamento. Se entrar, arrisco a dizer que talvez nem reza braba salve esse time. Vamos torcer para que não. Em um ano pífio como foi esse para o torcedor do Ceará, é só o que nos resta. 

REAGE, VOZÃO!

Por: Laiany Alves – alvinegra desde que fui gerada 

*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo.


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