Pesadelo sem fim


Gigante da Colina segue sem vencer

Saudações, torcida vascaína!

Infelizmente, o sofrimento está longe de um ponto final. A pequena esperança para este jogo esvaiu-se rápido, principalmente após o time apresentar a mesma desorganização de sempre. Uns chamam de maldição, uma maneira de mascarar as péssimas gestões que passaram pelo clube. Enquanto isso, o atual presidente até tenta evoluir, mas o mal parece estar enraizado.

O Vasco enfrentou o Santos nesta quinta-feira (26), pela 4ª rodada do Campeonato Brasileiro, e perdeu pelo placar de 2 x 1.

Matheus Lima/Vasco.

Sobre o jogo

Apesar da expectativa para grandes mudanças, o interino não foi corajoso a esse ponto, e alterou apenas algumas peças. Thiago Mendes retornou ao XI inicial e, como sempre, melhorou a dinâmica no meio de campo. Já Lucas Piton não conseguiu fazer o mínimo de esforço para mostrar que está empenhado em manter a sua titularidade.

No ataque, Marino Hinestroza ficou como opção no banco, mesmo após treinar entre os titulares nos últimos dias. Todavia, o colombiano está bem longe de fazer brilhar os olhos dos torcedores. Então, Nuno, apesar de ter desperdiçado um gol feito, conseguiu ser mais útil.

Sobre os lances mais importantes do jogo, a defesa entregou a paçoca, o que já é rotineiro, e Neymar, que não desaprendeu de fazer gols, aproveitou o frágil adversário para se colocar no pedestal e chamar a atenção de Ancelotti, balançando as redes duas vezes. 

Já do lado carioca, Cauan Barros, um dos poucos lúcidos em campo, ainda tentou mudar o cenário do Vasco na partida, marcando um gol quando o placar marcava apenas 1 x 0 para o adversário. Todavia, como já citado, os defensores não estavam interessados em salvar a noite dos vascaínos.

Considerações finais

Neste momento, sem um técnico, é impossível pensar em uma solução. Assim, o que podemos analisar é: o time está uma bagunça, em todos os setores, mesmo com contratações razoáveis. Com isso, a diretoria tem a missão de contratar um treinador de verdade. Se errar mais uma vez e anunciar um nome comum, coisa que acontece há anos, o destino é um só: segunda divisão.

Por Aniele Lacerda

*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo


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