Gigante da Colina tropeça mais uma vez
Saudações, torcida vascaína!
Chega a ser desgastante não ver uma regularidade no time há temporadas. O roteiro é o mesmo, independente de jogadores, técnico, competições ou divisões. Infelizmente, os torcedores não conseguem viver um momento longevo de felicidade, e vai seguindo aos trancos e barrancos.
O Vasco enfrentou a Chapecoense, nesta quinta-feira (5), pela 2ª rodada do Campeonato Brasileiro, e ficou no empate pelo placar de 1 x 1.

Sobre o jogo
O Gigante da Colina não fez um primeiro tempo ruim e criou grandes oportunidades desde o início da partida. No entanto, a bola teimou em não balançar as redes, mas isso não é falta de sorte, e sim de competência. Ainda fora de ritmo, Brenner entrou como titular e perdeu um caminhão de gols. Todavia, não vamos esquecer que o juiz contribuiu fortemente para que o placar ficasse zerado antes do intervalo.
Apesar de Brenner abaixo do que pode render, Diniz decidiu dar mais minutos para o jogador no segundo tempo. Resultado? MAIS GOLS PERDIDOS! Enfim, não é o momento de criticar o atacante, visto que ele tem apenas dois jogos neste ano e nitidamente está fora de ritmo e sem entrosamento com o atual elenco.
Com insistência e bom volume ofensivo, o Gigante da Colina conseguiu chegar ao gol, após oportunismo de Puma. O lateral, que sempre aparece bem no setor ofensivo, entrou no papel de atacante e inaugurou o placar. Após isso, o time carioca continuou atacando e perdeu várias chances de matar a partida.
Assim, como um roteiro pronto, que todos os vascaínos já conhecem, a Chape começou a gostar do jogo e aproveitou o cansaço dos jogadores. Na cabeça do técnico, é proibido fazer alterações antes dos seus comandados se arrastarem no gramado. Diante disso, infelizmente, o adversário aproveitou um dos poucos vacilos defensivos do Vasco na partida, e igualou o marcador.
Considerações finais
Não tenho mais ânimo para expressar minha insatisfação com tudo o que está acontecendo desde a reta final da temporada passada. Todavia, para boa parte dos torcedores, Diniz não é o culpado de nada. Enfim, oremos para que 2026 não termine em uma tragédia, o que não é difícil de acontecer.
Por Aniele Lacerda
*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo.