Contra o Lanús, nos pênaltis, Galo perde o título da Copa Sul-americana no Paraguai
Depois de ouvir os hinos dos dois times e dos países que eles representam, o grande momento chegou! Atletas em campo, e a torcida fazendo, como sempre, seu papel de 12º jogador. Contudo, não foi dessa vez que voltamos para a casa com o título sul-americano. O duelo entre Atlético-MG e Lanús terminou em 0 a 0 no tempo normal, e a decisão ficou para os pênaltis, onde o time argentino levou a melhor.

No primeiro tempo, ambos os times apostaram em um jogo mais defensivo, sem muitos lances criativos na direção do gol. Uma bola no meio do gol defendida pelo goleiro e uma batida de falta na trave tiraram o famoso “uuuuhll” da massa do Galo. Porém, não saímos do 0 a 0 nos 45 minutos iniciais.
O segundo tempo se manteve no mesmo ritmo, com o Galo melhor em campo, mas sem criatividade para finalizar e acabar com o jogo. E por falar em acabar com o jogo, foram poucas as oportunidades de fazer isso pelos dois lados.
Não à toa, fomos para a prorrogação, na qual o time atleticano até segurou ainda o Lanús nos primeiros 15 minutos, mas os outros 15 o time argentino cresceu e foi com esse mesmo entusiasmo para os pênaltis.
Porém, logo na primeira batida o goleiro Everson mostrou porque é ídolo. Entretanto, logo em seguida, Hulk, que não fez uma partida bem perto do nível que tem potencial, não marcou! E as batidas foram até aos lances alternados, quando o Lanús fez e o Galo, com batida de Vitor Hugo, encerou sua participação na Copa Sul-americana como vice-campeão.
Mais uma vez chegamos em uma final, jogamos bem (dentro das condições atuais do time) e deixamos escapar o grito de campeão. O que fica é um engasgo, um nó na garganta, mas nunca uma vontade de desistir. Ser Galo é isso, na vitória e na derrota, na alegria e na tristeza.
Nunca abandonar!
Por Anna Gabriela
*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo.