Gigante da Colina encerra sequência positiva e freia arrancada
Saudações, torcida vascaína!
Óbvio que a vitória era o maior desejo dos torcedores, mas a derrota não é algo tão absurdo. O adversário tem um bom ataque, um dos melhores da competição, estava em casa e briga pelo título. Já o Cruzmaltino chegou remendado no sistema defensivo e, sem Carlos Cuesta, voltamos ao normal.
O Vasco enfrentou o Palmeiras na noite desta quarta-feira (1º), pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro, e sofreu um revés pelo placar de 3 x 0.

Sobre o jogo
Boa parte da torcida já imaginava que com Lucas Oliveira na zaga a possibilidade de dar m* era gigante. Dito e feito. No entanto, ninguém pensava que Hugo Moura se juntaria ao defensor para formar a dupla do caos. Em uma noite praticamente irreconhecível, o volante errou praticamente tudo o que tentou, principalmente na etapa inicial.
Com bom volume ofensivo, o Palmeiras não precisou de muito tempo para colocar três gols no placar. O time paulista marcou três vezes antes dos 20 minutos, jogando um balde de água fria nos vascaínos presentes no estádio. A vitória não é absurda, mas a forma que ela foi construída trouxe péssimas lembranças para a torcida cruzmaltina.
No segundo tempo, o time mandante tirou o pé do acelerador e o Gigante da Colina melhorou a sua marcação na partida. Assim, até teve algumas chances de diminuir a vergonha, porém parou na boa marcação do adversário. As alterações melhoraram ainda mais o desempenho do setor ofensivo e isso foi o pouco de proveito que o Cruzmaltino tirou da partida.
Considerações finais
Infelizmente, a defesa foi um Deus nos acuda hoje e o time voltou a cometer erros infantis. Todavia, a situação pode ser justificada pelas ausências importantes contra um dos times mais fortes do futebol brasileiro. O que resta é aprender com as falhas e manter a regularidade dos jogos anteriores, pois domingo temos um confronto direto e a vitória é inegociável.
Por Aniele Lacerda
*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo