Cruzmaltino vence fora de casa e sai do Z4
Saudações, torcida vascaína!
Aleluia, o Cruzmaltino ganhou! Parecia tudo tranquilo por um momento, mas o juiz tinha que estragar a paz. Se não bastasse, Diniz e sua teimosia quase custaram os três pontos, mas o time carioca foi valente em campo e segurou o resultado positivo.
O Vasco enfrentou o Sport na noite deste domingo (31), em duelo válido pela 22ª rodada do Brasileiro, e venceu por 3 x 2.

Sobre o jogo
Fernando Diniz decidiu manter a mesma equipe, por milagre, e colheu bons frutos, pelo menos no início da partida. Após entender qual era a do adversário, o Cruzmaltino foi para cima e contou com uma noite iluminada do bom português Nuno Moreira.
Em um lance de pura inteligência, o atacante recebeu na área e acertou um lindo chute para inaugurar o placar. Palmas para Puma Rodríguez, que foi importante na trama da jogada. Todavia, a tragédia estava prestes a acontecer.
Com o gol sofrido, o adversário tentou a reação e em um lance na área, Claus resolveu que indicaria pênalti, em um belo de um roubo. Apesar da cobrança, os jogadores do Vasco ficaram calmos, pois tinham a certeza de que não foi falta e o VAR corrigiria. Pasmem! Ele sequer foi chamado para a revisão.
O Sport, que não tinha nada a ver com isso, fez o gol e garantiu o empate. No entanto, apesar do abuso e um abalo emocional inicial, o Vasco voltou a pressionar e Coutinho marcou o segundo, após outra linda jogada de Nuno.
Já na etapa complementar, o juiz apitou e o time mandante fez o pênalti. Sim, o do Vasco realmente foi falta e não cabe discussão. Na bola, Vegetti por pouco não perdeu, mas a sorte estava do nosso lado. Como o vascaíno não tem paz, Diniz decidiu que não mexeria na sua equipe, mesmo vendo 70% dos jogadores pregados em campo.
Resultado dessa teimosia? O segundo gol do Sport, que foi para cima e passou muito perto de empatar o jogo. Assim, deixaria o Vasco mofando na zona de rebaixamento durante a Data Fifa. Todavia, apesar do sofrimento, deu tudo certo.
Considerações finais
Com reforços em mãos e os dias livres antes do próximo jogo, é inadmissível que Diniz siga com essas atitudes. O treinador precisa urgentemente rever seus conceitos, se almejar algo que não seja um rebaixamento.
Por Aniele Lacerda
*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo