Gigante da Colina sofre revés em duelo direto e perde chance de se afastar do Z4
Saudações, torcida vascaína!
Não generalizando, mas os torcedores mais racionais sabiam que este jogo passaria bem longe do que aconteceu domingo. Infelizmente, o time comandado por Fernando Diniz é isso, uma partida bem e dá-lhe euforia. Já na próxima, o resultado é um soco na cara dos vascaínos.
O Vasco enfrentou o Juventude nesta quarta-feira (20), em jogo atrasado da 14ª rodada, e perdeu pelo placar de 2×0.

Sobre o jogo
Como disse os jogadores em campo: ‘apaguem o duelo contra o Santos’. Infelizmente, além de apagar o jogo, eles também esqueceram como se joga bola. Uma noite bizarra, com uma atuação que não chega nem perto do que a equipe fez nas últimas partidas. Neste embate só um time entrou em campo e não era o carioca.
Antes do apito inicial, a escalação de Diniz já indicava que não ia dar certo. Não precisou nem de um minuto para confirmar o que já estava desenhado. Em mais um entre os mil lances infantis, Piton colocou a mão na bola aos 25 segundos, com Nenê convertendo o pênalti para o mandante.
Após isso, o que já estava terrível virou um filme de terror. Enquanto o Ju atacava, o Vasco parecia uma barata tonta no seu campo de jogo. Pouca criação, zero marcação e um time pesado, que não conseguiu sequer movimentar. Assim, poucos minutos depois, Lucas Freitas dormiu no ponto, e Taliari fechou a conta.
Não tem muito o que falar do jogo, já que o Gigante da Colina não entrou em campo. Foi uma atuação apavorante, que mostrou como não se deve desligar o sinal de alerta com esse time. Se faltam palavras para a partida em si, sobram para Fernando Diniz, que praticamente entregou o resultado para o adversário.
Sabemos que cada jogo é um, mas é inadmissível ter uma atuação tão horrível. Era um confronto direto, de seis pontos, uma final, e não um amistoso amigável de fim de ano. Com a derrota, a vitória no próximo embate é para lá de obrigação. Chega de perder pontos em casa e está na hora de não fazer contas para não entrar no Z4.
Por Aniele Lacerda
*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo