No quente Rio de Janeiro, o Colorado busca arrancar com o pé direito nas oitavas da Copa Libertadores
(A sugestão é que antes de prosseguir a leitura do texto, tu como eu se entregue às emoções, é Libertadores e tudo é permitido, dê play no link: https://www.youtube.com/watch?v=73Nz2vHAD1I)
Na Cidade Maravilhosa, o Internacional dá o pontapé inicial na disputa para avançar na Libertadores. No Maracanã, nesta quarta-feira (13), o desafio é dos grandes — e é de jogo grande que a gente gosta! O Flamengo recebe o Clube do Povo, às 21h30. Ambos vêm de eliminações na Copa do Brasil e jogam a vida num confronto brasileiro na competição mais sanguínea da América Latina.

O Colorado vive instabilidades, é verdade. Cobrado fora de campo, respondeu com um bom jogo e uma importante vitória pelo Campeonato Brasileiro. Os três gols sobre o Bragantino fluíram com facilidade em um time que parecia relutante em marcar. O espírito do Celeiro de Ases, que sempre responde nos momentos decisivos, trouxe Ricardo Mathias para os olhos da torcida e também do professor. O garoto, autor de dois gols em Bragança Paulista, se coloca na briga por uma posição no ataque no que é, até aqui, o jogo mais importante da temporada.
O grupo retornou a Porto Alegre ainda no começo deste domingo (10) e teve um período curto entre regeneração e preparação. Roger, que optou por poupar algumas peças no confronto contra o RBB, pôde contar com dois dias de atividades antes da viagem, que ocorreu no começo da tarde desta terça-feira (12), para o Rio de Janeiro.
Recepcionado pelo “amor Colorado” — que não conhece fronteiras, estados ou lugares onde não se faça presente —, o elenco chegou ao RJ já ao fim do dia.
Para o confronto contra o rubro-negro, Roger parece se aproximar de um time mais competitivo e “ideal”. Os acréscimos que vêm dando resultado em suas funções, Alan Rodríguez e Ricardo Mathias, tendem a se confirmar no XI inicial. Na defesa, Juninho deve seguir ao lado de Vitão. O zagueiro foi seguro e preciso na vitória de sábado, mesmo sem o xerife da camisa 4 em campo.
Assim, o Inter que deve iniciar a partida conta com: Sérgio Rochet; Aguirre, Vitão, Juninho e Bernabei; Thiago Maia, Alan Rodríguez, Bruno Tabata, Alan Patrick e Wesley; Ricardo Mathias.

No mano a mano, é verdade que existe um abismo entre cifras e potencial de elenco. Não há hipocrisia ou desrespeito em apontar o Flamengo como favorito: números na mesa, jogo em casa. No entanto, o futebol nos faz amá-lo justamente por não ser movido apenas pela racionalidade, explicação ou cálculo, e sim pela magia de um segundo perfeito — marcado pelo peso de uma camiseta, saboreado no deleite inexplicável do arremate magistral de um camisa 10.
O futebol das histórias mais enlouquecedoras, dos abraços mais inesperados, dos minutos mais infinitos, da magia, da fé, da macumba, do grito, do canto, do silêncio eterno do passar do tempo cruel de uma ampulheta sagrada… é assim. Simplesmente assim.
Ao Flamengo, que venha com seus cifrões. Nós vamos com a nossa fé, com o peso da nossa camiseta, com o canto fervoroso da nossa torcida — que ali na frente um dia eles tendem a tentar copiar — e com o amor inconsequente ao Sport Club Internacional.
Por Jéssica Salini
*Esclarecemos que os textos desta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo.
13 comentários sobre “Libertadores tem outro gosto”
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