Gigante da Colina fica no empate sem gols e decisão fica para São Januário
Saudações, torcida vascaína!
Mais um jogo de arder os olhos dos torcedores e Diniz segue com suas decisões equivocadas. Na zaga, um jogador que sequer deveria ficar como opção no banco de reservas. Já o ataque produz como nunca, mas não sabe finalizar com eficiência para balançar as redes adversárias. Enfim, mais do mesmo a cada jogo que passa.
O Vasco da Gama enfrentou o CSA na noite desta quarta-feira (30), pela ida das oitavas de final da Copa do Brasil, e ficou no empate sem gols.

Sobre o jogo
Apesar da teimosia de Diniz, com João Victor na zaga, o Vasco fez um bom primeiro tempo, principalmente nos minutos iniciais. O time fez o que a torcida sempre espera, sufocar seu adversário e sempre buscar o gol. Todavia, a ineficiência do quarteto ofensivo segue a todo vapor.
Mil chances criadas e o zero persistente no placar, o que já deixou de ser incômodo e virou motivo de preocupação. A equipe carioca terminou os últimos confrontos com milhares de finalizações, mas o que ganha jogos é bola na rede, coisa que não está acontecendo.
Com a pouca efetividade do Gigante da Colina, o CSA percebeu que era possível incomodar e criou boas chances no setor ofensivo. Todavia, apesar das tentativas de ambos os lados, ninguém mexeu no placar na etapa inicial.
Para o segundo tempo, o vascaíno esperava uma alteração que mudasse o panorama do jogo. O que o Diniz fez? Tirou um dos zagueiros, infelizmente não foi o seu protegido João Victor, e recuou Hugo Moura para a zaga. O técnico tem certeza de que essa é uma boa ideia, porém não precisa ser da área para saber que essa é a pior decisão.
Assim, a etapa complementar seguiu sem grandes surpresas para os vascaínos, o que já era esperado. Por outro lado, o time alagoano criou as melhores chances e passou perto de abrir o placar, mas parou na defesa vascaína. Com isso, a equipe carioca fechou o mês de julho sem vencer.
Considerações finais
É cansativo bater sempre na mesma tecla, mas não tem muito diferente acontecendo nos últimos jogos. Um time inofensivo no setor de ataque, que cria as jogadas e não sabe o que fazer com a bola na sequência. Resultado? Poucos gols, eliminação na Sul-Americana, perto do Z4 no Brasileirão e um mês inteiro sem saber o que é conquistar uma vitória. A saída para a torcida vascaína é torcer, porém sem saber o que será do futuro deste clube.
Por Aniele Lacerda
*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo