Gigante da Colina abre dois de vantagem no placar, mas cede o empate
Saudações, torcida vascaína!
O empate não seria um péssimo resultado, porém da forma que aconteceu teve o sabor de uma derrota. Mais um dia normal para o Carille, que não cansa de ter ideias erradas sobre a forma da sua equipe jogar. O jogo estava na mão, dois gols de vantagem, mas ele tinha que entrar em cena e estragar tudo.
O Vasco da Gama enfrentou o Melgar nesta quarta-feira (2), em duelo válido pela primeira rodada da fase de grupos da Sul-Americana, e ficou no empate pelo placar de 3×3.

Sobre o jogo
Para dar ritmo ao time, Carille optou por deixar a mesma formação que venceu o Santos pelo Brasileiro. Confesso que esperava uma atuação abaixo do que aconteceu, principalmente pela altitude. No entanto, o Vasco começou bem e logo de cara deixou seu cartão de visita, com um golaço do Pequeno Mágico.
A pintura de Coutinho poderia ser um combustível a mais para os demais companheiros de equipe, porém já conhecemos nosso time. A máxima do grande Carille é fazer gol e recuar, assim aconteceu. Pouco tempo depois, Paulo Henrique foi infantil e fez falta no adversário dentro da área. Para nossa sorte, o camisa 10 do Melgar mandou a bola para fora.
Ainda na primeira etapa, o Gigante da Colina conseguiu ampliar a vantagem com Vegetti, aos 32 minutos. Todavia, antes do intervalo, a defesa vacilou e o time peruano descontou. Alguns jogadores, como Garré e Paulinho, não estavam em uma noite feliz e a torcida esperava substituições para o segundo tempo, o que aconteceu.
Com as alterações, o Vasco tentou uma pressão inicial e logo conseguiu marcar o terceiro, com o Pirata mais uma vez. O argentino recebeu linda assistência de Nuno Moreira e finalizou para deixar seu time com dois gols de vantagem. Com isso, o ‘professor pardal’ decidiu que era o momento perfeito para recuar o time, mesmo com quase um tempo inteiro pela frente. Resultado? Levou o empate.
Considerações finais
Estamos apenas no início das competições mais importantes da temporada e a torcida não aguenta mais o técnico Carille. São alterações inexplicáveis e atitudes que torram a paciência de qualquer um. No fim de semana, o Gigante da Colina tem outra batalha, bem complicada, e nosso único desejo é que o ‘comandante’ não complique as coisas mais do que já estão.
Por Aniele Lacerda
*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo.