BiCAMpeão (de novo): como eu amo ser Galo!


Eu queria ser poeta para expressar como Roberto Drummond meu amor pelo Galo, eu queria ser uma rapper para trazer em minhas rimas a mesma paixão de Djonga. Eu queria ser comediante, para demonstrar, como Yuri Marçal, minha alegria em ser atleticana. 

Eu queria ser uma jornalista jovem quebrando as barreiras do machismo no meio futebolístico e mostrar minha emoção na TV, como fez Mari Spinelli. Eu queria estar viva a 100 anos para ter visto o que a Vovó do Galo já viu e ainda está vendo. Eu queria ser Rainha para levantar meu punho cerrado e lutar contra os preconceitos usando a camisa do time do povo, assim como fez e ainda faz Reinaldo. 

Foto: Pedro Souza / Atlético Mineiro

Eu quero com este texto homenagear toda essa torcida maravilhosa, dos famosos aos mais anônimos torcedores e torcedoras. Torcida que sabe a hora de comemorar e que respeita o adversário, mesmo sabendo qual seria o resultado final da Copa do Brasil. 

A verdade é que o Galo estava embalado, não tinha como tirar as mãos alvinegras dessa taça, mas fomos lá e brigamos por mais uma vitória. Até porque ninguém queria outra resposta para nosso famoso bordão: E o Galo?

Foto: Pedro Souza / Atlético Mineiro 

A final da Copa do Brasil consagrou uma equipe que vibrou e conquistou o país neste ano de 2021. Por toda parte uma camisa preta e branca lutando contra o vento e dessa vez ele não teve chance, fomos fortes do início ao fim e o Bicampeonato veio para Minas Gerais.

Ainda na ressaca de outro Bicampeonato, o do Brasileirão, mostramos quem é o dono do terreiro. A torcida está anestesiada, pois nem nos melhores sonhos imaginava toda essa festa, uma alegria que não tenho palavras para descrever, por isso elas me faltam, então eu deixo para você, caro leitor e torcedor do Galo, continuar: Ai credo…

Por Anna Gabriela

*Esclarecemos que os textos trazidos nesta coluna não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Mulheres em Campo.


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